Cachoeira do Tobogã
Também conhecida como Cachoeira da Penha, integra totalmente o "Circuito das Águas" de Paraty, as águas descem sobre enorme formação rochosa, desaguando sobre agradável piscina natural, cercada por grandes pedras e tendo como moldura intensa cobertura vegetal. Os nativos, habituais freqüentadores, deslizam de pé sobre a superfície da pedra, tal como se fosse um "surfe de cachoeira",imperdível.
Cachoeira da Pedra Branca
Estrada Paraty-Cunha, também no "Circuito das Águas", belíssima cachoeira com várias quedas d'água e muitos poços e piscinas naturais, fica ao lado das ruínas da primeira usina de força que servia à Fábrica de Farinha de Banana do Príncipe Dom João de Orleans e Bragança.
Fazenda Murycana Fazenda do século XVIII, hoje Engenho Murycana, traduz-se num complexo de lazer explorado para o turismo com atrações para todas as idades. Possui um Museu de Antigüidades, casa grande em estilo colonial e engenho que conserva a roda d'água, passeios a cavalo, pôneis, playground, restaurante, piscinas naturais, duchas, charretes, animais de fazenda, além do centenário alambique, produtor da famosa aguardente "Murycana", envelhecida em tonéis de carvalho e cerejeira, destilada sob fogo à lenha.
Engenho D'Ouro
“A cachaça sempre foi a principal moeda de troca no comércio de escravos africanos, mas foi a partir da proibição do tráfico que o negócio realmente começou a dar um lucro gordo para os engenhos de Paraty”, É claro que os comerciantes de escravos continuaram trabalhando do mesmíssimo jeito, só que os navios negreiros não podiam mais desembarcar a ‘mercadoria’ nos portos oficiais, como Rio de Janeiro e Santos, por exemplo. O jeito foi arrumar portos mais discretos e foi aí que Paraty assumiu o papel de centro distribuidor de escravos para todo o país”.